Há tempos noto que Florianópolis associa alternativos ao dinheiro - o que bem na verdade é um erro a priori. A cena alternativa no final dos anos 1990 e início de 2000 instaurava-se na capital catarinense como uma forma de trazer à gurizada uma saída para o entretenimento e a pequena fama. Naqueles anos, os bares alternativos cobravam merrecas nas entradas, e quando havia uma boa banda - de renome nacional ou apenas uma outra estrangeira -, o ingresso era acrescido de mais dois, três, ou no máximo cinco mangos.